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sábado, 30 de abril de 2016

Contas fáceis ou difíceis?

Vocês não devem fazer as contas,
o desafio é separar as contas em dois tipos:  
Contas fáceis e Contas difíceis.
1050-30
100-4
2000-768
200x30
15x10
4444-11
701-50
8x8
2000x15
5x8-40
735/12
10+30-10
30x10
888/8
549/9
4x20
86/2
7x8
71/7
-2010+15
625-1
100-10
3000-1500
540/5
638-12

O Amor

O amor é uma coisa imprevisível, é melhor enfrentar do que fugir e depois não poder voltar!

Love is an umpredictable thing, it is better to face than to escape and then not be able to return!


El amor es ena cosa impredicible, es mejor enfrentar que escapar y no ser capaz de volver!


L'amour est une chose imprévisible,il est préférable de faire face que de fuir et ne pas être en mesure de revenir!


Die Liebe ist eine inberechenbare Sache, ist es besser zer Gesicht als weg zu laufen und dann nicht zuruckkeheen konnen!

Ouvir-te

Ouço-te ao longe
Ouço-te alegre
Pois cantas, encanta.
Suave e breve.

Ouço-te ao longe
Canoro sussurro
Enaltecendo o sol
Invadindo os muros.

Ouço-te ao longe
Ouço-te convidativo
Há bendizer o dia
Qualquer que seja o motivo

Ouço-te ao longe
No seu canto há pureza
Traz paz a minh'alma
Acalanto, beleza.

Ouço-te ao longe
Indefeso passarinho
Criatura esplêndida
Que faz do mundo seu ninho.

Neucelia Félix

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Revolta da Chibata


Introdução 

A Revolta da Chibata foi um importante movimento social ocorrido, no início do século XX, na cidade do Rio de Janeiro. Começou no dia 22 de novembro de 1910. 

Neste período, os marinheiros brasileiros eram punidos com castigos físicos. As faltas graves eram punidas com 25 chibatadas (chicotadas). Esta situação gerou uma intensa revolta entre os marinheiros. 
Causas da revolta 
O estopim da revolta ocorreu quando o marinheiro Marcelino Rodrigues foi castigado com 250 chibatadas, por ter ferido um colega da Marinha, dentro do encouraçado Minas Gerais. O navio de guerra estava indo para o Rio de Janeiro e a punição, que ocorreu na presença dos outros marinheiros, desencadeou a revolta. 
O motim se agravou e os revoltosos chegaram a matar o comandante do navio e mais três oficiais. Já na Baia da Guanabara, os revoltosos conseguiram o apoio dos marinheiros do encouraçado São Paulo. O clima ficou tenso e perigoso.

Reivindicações
O líder da revolta, João Cândido (conhecido como o Almirante Negro), redigiu a carta reivindicando o fim dos castigos físicos, melhorias na alimentação e anistia para todos que participaram da revolta. Caso não fossem cumpridas as reivindicações, os revoltosos ameaçavam bombardear a cidade do Rio de Janeiro (então capital do Brasil).
Segunda revolta 
Diante da grave situação, o presidente Hermes da Fonseca resolveu aceitar o ultimato dos revoltosos. Porém, após os marinheiros terem entregues as armas e embarcações, o presidente solicitou a expulsão de alguns revoltosos. A insatisfação retornou e, no começo de dezembro, os marinheiros fizeram outra revolta na Ilha das Cobras. Esta segunda revolta foi fortemente reprimida pelo governo, sendo que vários marinheiros foram presos em celas subterrâneas da Fortaleza da Ilha das Cobras. Neste local, onde as condições de vida eram desumanas, alguns prisioneiros faleceram. Outros revoltosos presos foram enviados para a Amazônia, onde deveriam prestar trabalhos forçados na produção de borracha. 
O líder da revolta João Cândido foi expulso da Marinha e internado como louco no Hospital de Alienados. No ano de 1912, foi absolvido das acusações junto com outros marinheiros que participaram da revolta.
Conclusão: podemos considerar a Revolta da Chibata como mais uma manifestação de insatisfação ocorrida no início da República. Embora pretendessem implantar um sistema político-econômico moderno no país, os republicanos trataram os problemas sociais como “casos de polícia”. Não havia negociação ou busca de soluções com entendimento. O governo quase sempre usou a força das armas para colocar fim às revoltas, greves e outras manifestações populares.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Tiradentes



Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes (Fazenda do Pombal[1] , batizado em 12 de novembro de 1746 — Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792) foi um dentista, tropeiro,minerador, comerciante, militar e ativista político que atuou nos domínios portugueses no continente americano (Brasil colonial,1530-1815), mais especificamente nas capitanias de Minas Gerais e Rio de Janeiro. No Brasil, é reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira, patrono cívico do Brasil, patrono também das Polícias Militares dos Estados e herói nacional.

O dia de sua execução, 21 de abril, é feriado nacional. A cidade mineira de Tiradentes, antiga Vila de São José do Rio das Mortes, foi renomeada em sua homenagem. Seu nome está inscrito no Livro dos Heróis da Pátria, desde 21 de abril de 1992.
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